terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Confraternização dos trabalhadores do Centro Espírita Semente Cristã


Na segunda-feira, 05 de janeiro do novo ano, foi realizada a confraternização dos trabalhadores do Centro Espírita Semente Cristã, na residência da companheira Francisca Maria Duarte, que acompanhada do esposo Messias, recebeu calorosamente, o grupo de amigos.


Entre comes e bebes, foram realizadas dinâmicas e amigo secreto, entre o grupo, assim como, muitos abraços, reflexões e agradecimentos pelo novo ano.




quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A Boa Nova por Humberto de Campos

Foto: Samuel Aguiar

Tive a honra de nesta terça-feira, representando a casa espírita da qual faço parte, o Centro Espírita Semente Cristã, realizar a palestra - A Boa Nova por Humberto de Campos - como parte da programação da XXV Semana Espírita Humberto de Campos.

O tema designado, despertou meu interesse além da narrativa do autor. Queria entender de que forma, teria Humberto de Campos, acessado esses "folclores do céu", conforme cita no texto inicial - Na Escola do Evangelho, do livro Boa Nova. E, foi no livro - Dramas da Obsessão, pelo espírito Bezerra de Menezes, psicografia de Yvonne A. Pereira, que encontrei os esclarecimentos necessários. Diz, Bezerra de Menezes:

"As poderosas sensibilidades etéricas, as ondas luminosas disseminadas pelo Universo, o fluido universal, enfim, sede da Criação, veículo da Vida, possui a grandiosa capacidade de fotografar e arquivar em suas indestrutíveis essências os acontecimentos desenrolados sob a luz do Sol, na Terra, ou pela vastidão do infinito. A História da Humanidade, portanto, estaria arquivada em imagens e sons pelo infinito a fora, e, como a da Humanidade, necessariamente a história de cada individualidade, particularmente. Rever, portanto, o que passou, rebuscando imagens e cenas fotográficas nas “ambiências etéricas”, não será, para um espírito trabalhador, tarefa muito rara...".

A partir dessa informação, passei a compreender melhor a narrativa de tantos fatos acontecidos na intimidade dos encontros entre Jesus e seus discípulos e da vivência de Maria de Nazaré, que não foram relatados pelos evangelistas.

Uma obra, sem dúvida nenhuma, imprescindível ao aprendiz do evangelho! 

Registros da atividade realizada.




segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Mediunidade institucional e caritativa


A mediunidade institucional é aquela praticada no ambiente de uma instituição espírita, na qual se busca, pela disciplina e pelo estudo, sua educação. O exercício da mediunidade num Centro Espírita significa, além de contributo para o desenvolvimento pessoal, uma das formas mais nobres de se praticar a caridade. A doação desinteressada em favor de outrem, utilizando-se dos recursos mediúnicos que se possui, proporciona o surgimento do sentimento de utilidade perante a Vida.

A mediunidade, entre aqueles que praticam o Espiritismo, é tratada como algo especial e seu exercício considerado como redenção para seu portador. Porém nem sempre é tratada como uma faculdade inerente ao humano e que pode ser utilizada de diversas maneiras na vida do indivíduo. Ela é tratada como um instrumento sagrado à semelhança de um objeto intocável e extremamente distanciado de algo natural. Por conta de um viés religioso e moralista, as recomendações para seu exercício são mais voltadas para os riscos e perigos do que para o equilíbrio e a felicidade de seu portador. Ela ainda não é explorada como instrumento natural para ser utilizado na vida cotidiana.

A mediunidade é uma faculdade adquirida pelo espírito em dado momento de sua evolução e seu desenvolvimento significa melhores possibilidades de crescimento espiritual. Esse desenvolvimento não se restringe à prática numa instituição, qualquer que seja. Sua utilização deve se ampliar às dimensões da vida humana, isto é, levá-la à dimensão social, familiar, profissional, educacional, intelectual, dentre outras.

A mediunidade utilizada com fins financeiros ou com o intuito de prejudicar pessoas em práticas religiosas ou não, não sofre alteração quanto à sua existência no indivíduo. Tais práticas, porém, interferem na evolução espiritual de quem assim age e geram vínculos de qualidade inferior. O uso da mediunidade, qualquer que seja a finalidade, embora contribua para seu desenvolvimento, poderá trazer consequências negativas à vida futura do médium, a depender de seus objetivos. Quando seu exercício se dá numa instituição espírita, que se pauta pelas obras de Allan Kardec, há uma garantia de que ela será para o bem do médium e sem prejuízo de sua evolução.

O desenvolvimento da mediunidade numa instituição, bem como seu exercício regular, oferece algumas garantias ao médium, se seguir os preceitos recomendados por Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns. O médium não deve limitar seu uso à instituição, mas levá-lo às dimensões de sua vida, cuidando para não fazer dele instrumento de exercício profissional.

A mediunidade fora de uma instituição é útil na vida diária na medida que o médium buscar, pela sua intuição, estar em contato com os Bons Espíritos, procurando soluções criativas aos seus afazeres. Quando se considera o contato com o espiritual pela intuição como algo permanente, as possibilidades de captação de ideias criativas aumentam consideravelmente. Nas diversas atividades cotidianas, pode-se utilizar a ligação consciente com espíritos desencarnados, para o aprimoramento da própria maneira de ser, principalmente com aqueles que tenham inteligência, bondade e espiritualidade maior que a do encarnado.

A mediunidade numa instituição obedece a limites necessários à compreensão e autocrítica dos médiuns. Não é fácil conduzir- se com ela fora de seus muros, pois as possibilidades de desequilibrar-se por falta de orientação específica são maiores.

Livro - Psi Mediunidade
Adenáuer Novaes